sábado, 17 de dezembro de 2005

Jornada de Futsal nos Biscoitos

Realizou-se ao início da noite de hoje, no Pavilhão da Escola Básica Integrada dos Biscoitos, um jogo do escalão de Juniores “C” a contar para o Campeonato da Terceira de Futsal.
Assim, pelas 18:00, tivemos o encontro entre Belém e União Praiense.
Fonte: Diário Insular (17/Novembro/2005).

6 comentários:

joao arbosa, 13 anos,  18/12/05 20:44  

oi biscoitenses! a pagina ta mt boa, com noticias muito interessantes! continuem, força aí!

Anónimo,  19/12/05 16:09  

Vejo que hoje não indicaram o sítio da Escola Básica Integrada dos Biscoitos. Para quando a sua actualização? Mais uma questão: Porque é que os professores se foram embora quase todos na sexta e sábado? As reuniões de avaliação não são depois das aulas acabarem? Segunda, terça e quarta? Por aqui tudo é diferente! Isto de ser prof e ter tantas férias dá muito que falar. Há os que trabalham mas outros... Me desculpe professor, mas me fazem pensar assim.

José Aurélio Almeida 2/1/06 15:27  

Obrigado João Arbosa (ou Barbosa?).

José Aurélio Almeida 2/1/06 15:44  

Anónimo/a:
Sobre o sítio cibernáutico da EBI dos Biscoitos já registamos novidades (nos comentários) em http://biscoitos-terceira.blogspot.com/2005/12/brincandebol.html
Em relação à saída de professores, reuniões de avaliação e férias deixo três notas: a) é prática comum (pelo menos em todos os Açores) e legal a antecipação das reuniões de avaliação para os últimos dias lectivos de cada período, por várias razões; b) as pausas de Natal, Carnaval, Páscoa e Verão são efectivamente férias para os alunos, mas para os professores as três primeiras e parte da última são interrupções lectivas que não dispensam (permitem, isso sim) o cumprimento de outras tarefas profissionais; c) em relação às reais práticas cada um poderá falar por si, pelo que (sendo eu também professor) posso partilhar que, no meu caso, no último dia lectivo antes da pausa de Natal já tinha cumprido horas de trabalho que "cobriram" a primeira semana da pausa e que as horas correspondentes aos restantes dias têm sido usadas e geridas por mim em tarefas várias como pesquisa e actualização, planificação, preparação de actividades e construção de materiais pedagógicos, etc. etc. etc. Apesar de polémica, a possibilidade de cada docente gerir parte do seu horário semanal (35 horas) é um grande auxílio na necessária "elasticidade" da nossa acção.

Anónimo,  8/1/06 17:54  

Pausa lectiva ou interrupção de actividades lectivas... Chamem-lhe o que quiserem! Mas factos são factos! Legal não deve ser de certeza mas se for indique o diploma legal que o permite. O que é certo é que tem sido sempre assim e aos continentais dá muito jeito. Os trabalhos de empreitada nunca deram bons resultados e a prova provada é o famoso reanking das escolas açoreanas. Nunca quis e nem quero por em causa a sua pessoa pois tudo indica que deve ser um bom profissional e é destes professores que a região precisa. Mas as avaliações devem ser ponderadas e discutidas. Só uma questão: e se um pai ou enc. de educação não concordar com a nota do seu educando o conselho de turma deve reunir, não é verdade? E onde estão os professores? De férias (interrupção da actividade lectiva) no continente! Então como é que se resolve a situação? Será que se deve esperar que os docentes gozem a sua interrupção? Caro professor fica-lhe muito bem defender a sua classe. Uma coisa é certa, há coisas que têm mesmo que mudar. Desejo-lhe os melhores sucessos profissionais e pessoais pois é de pessoas como o prof. que este país precisa. O seu blog é um exemplo a ter em conta. Bem haja!

José Aurélio Almeida 9/1/06 01:29  

Caro/a Anónimo/a:
É com muito prazer que novamente tento responder às suas pertinentes considerações.
Indo directamente a alguns aspectos "técnicos", nos Açores a avaliação de alunos rege-se pela Portaria nº 92/2004, de 23 de Dezembro – Regulamento de avaliação das aprendizagens no Ensino Básico, rectificada pela Declaração nº 1/2005, de 20 de Janeiro. Esta legislação indica (art. 30º) que "A avaliação sumativa interna ocorre no final de cada período lectivo, de cada ano lectivo e de cada ciclo do ensino básico", não se regulamentando dias nem horários específicos para a mesma.
Sobre o recurso à avaliação realizada diz-nos a Portaria n.º 41/2005, de 27 de Maio de 2005,(Artigo 59.º)o seguinte:
"Pedido de revisão e recurso
1. Até 5 dias úteis após o conhecimento dos resultados da avaliação, o encarregado de educação, ou o aluno quando maior, por requerimento fundamentado pode solicitar ao presidente do órgão executivo a revisão da avaliação.
2. O presidente do órgão executivo, ouvido o conselho de núcleo ou o conselho de turma autor do acto, decidirá, no prazo de 10 dias úteis, contados da data de recepção do requerimento.
3. Da decisão do presidente do órgão executivo cabe recurso para o Director Regional da Educação, a apresentar no prazo de 5 dias úteis após conhecimento.
4. Para efeitos de contagem do prazo, consideram-se como datas de conhecimento dos resultados da avaliação as seguintes:
a) Quando haja produção de pauta, a data da sua afixação, devendo para tal efeito ser esta anotada em local bem visível da própria pauta;
b) Nos restantes casos, a data de entrega presencial do documento de avaliação ou três dias úteis contados após a data de expedição daquele documento pelo correio."
Perante isto o que se pode dizer é que a lei deve ser respeitada. Não conheço nenhum caso de falha em termos do respeito por estes procedimentos e prazos. Contudo, se e quando existirem devem ser motivo de queixa e denúncia.
Não posso deixar de concordar que "os trabalhos de empreitada" não serão os mais propícios a bons resultados mas diz-me a experiência que, regra geral, é elevado o investimento dos profissionais na ponderação e discussão das decissões relativas à avaliação de alunos.
Quanto aos rankings... valem o que valem (na minha humilde opinião, valem bem pouco porque são sustentados em muito pouco: por norma baseiam-se numa única prova anual, incapaz de diferenciar realidades sócio-educativas muito díspares como díspares são as comunidades onde se inserem as escolas, incapaz de diferenciar o esforço e progressão feita por cada aluno, não tendo em atenção o ponto de partida de cada um (tarefas impossíveis para um único exame escrito anual), entre outras limitações.
Agradeço também as suas simpáticas palavras a mim dirigidas.

Biscoitos, Praia da Vitória, Ilha Terceira, Açores, Portugal

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